Minha nova moda para Caruaru

Harmonia
Pra viver as emoções de mais um ano. Nas minhas andanças virtuais, eu selecionei essas sugestões de look pra vocês se inspirarem. 

Esse look é perfeito pra quem está com as pernas " em dia" e tem um estilo jovem e moderno. O toque de cor, fica por conta dos esmaltes florescentes, que são a nova febre fashionista. Reveillón descontraído, já.

Básica branca com o shortinho todo bordado em paetês dourado ficam ótimos pra quem gosta do mais puro estilo "hi-lo" (que faz contrapontos de altos e baixos). Esse é pra o reveillón descontraído e chic! 

 O Nude marca presença nesta composição. É bem discreta e chic, também. 

 Amei esse vestido! A estampa é simplesmente linda e super moderna.  


 Este look sugere Alegria. As cores fortes dos acessórios  fazem toda a diferença.



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Workshop de Moda em Janeiro

Workshop de Moda em Janeiro
As Câmaras do Segmento de Moda da ACIC (Associação Comercial e Empresarial de Caruaru) em parceria com o SEBRAE e SENAI/CETIQT, estão realizando no dia 20 de janeiro, às 19h30, o Workshop de Lançamento do Diário de Inspirações para o Verão 2010-2011.

As vagas são limitadas para 150 participantes e as inscrições já podem ser realizadas com Samara Sarmento, por meio do telefone (81) 3721-2725 e do e-mail camaras2@acic-caruaru.com.br

No Workshop serão apresentados perfis de comportamento e consumo; referências de mercado ligadas a esses perfis; referências de design; e Ação Criativa (construção de formas pela técnica de Draping). Os participantes, que não pagam para participar do evento, só deverão levar 1kg de alimento não perecível. Na ocasião serão sorteados 40 Diários de inspirações de moda entre os participantes



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Moda de Modelos.

Moda de Modelos.
"Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda. As garotas, muitas delas recém-chegadas à adolescência, exibem verdadeiros gravetos como pernas e, no lugar dos braços, carregam espécies de varetas desconjuntadas. De tão desencarnadas e enfraquecidas, algumas chegam a se locomover com dificuldade quando têm que erguer na passarela os sapatos pesados de certas coleções.
Usualmente consideradas arquétipos de beleza, essas modelos já estão se acercando de um estado físico limítrofe, em que a feiura mal se distingue da doença.
Essa situação tem o conluio de todo o meio da moda, que faz vista grossa da situação, mesmo sabendo das crueldades que são impostas às meninas e das torturas que elas infligem a si mesmas para permanecerem desta maneira: um amontoado de ossos, com cabelos lisos e olhos azuis.
Uma rede de hipocrisia se espalhou há anos na moda, girando viciosamente, sem parar: os agentes de modelos dizem que os estilistas preferem as moças mais magras, ao passo que os estilistas justificam que as agências só dispõem de meninas esqueléticas. Em uníssono, afirmam que eles estão apenas seguindo os parâmetros de beleza determinados pelo "mercado" internacional -indo todos se deitar, aliviados e sem culpa, com os dividendos debaixo do travesseiro.
Alguns, mais sinceros, dizem que não querem "gordas", com isso se referindo àquelas que vestem nº 36. Outros explicitam ainda mais claramente o que pensam dessas modelos: afirmam que elas não passam de "cabides de roupas".
Enquanto isso, as garotas emagrecem mais um pouco, mais ainda, submetidas também a uma pressão psicológica descomunal para manterem, em pleno desenvolvimento juvenil, as características de um cabide.
Um emaranhado de ignorâncias, covardias e mentiras vai sendo, assim, tecido pelo meio da moda, inclusive pelos estilistas mais esclarecidos, que não pesam as consequências do drama (alheio) no momento em que exibem, narcisicamente, suas criações nas passarelas.
Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país.
Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia.
O filósofo italiano Giorgio Agamben escreveu que as modelos são "as vítimas sacrificiais de um deus sem rosto". É hora de interromper esse ritual sinistro. É hora de parar com essas mistificações da moda, que prega futuros ecológicos, convivências fraternais e fantasias de glamour, enquanto exibe nas passarelas verdadeiros flagelos humanos."

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